terça-feira, 3 de abril de 2012

O RPGista Cristão e as magias dos cenários

Olá amigos do RPG Cristão, atendendo a pedidos estamos voltando.

Neste artigo vamos tratar um assunto delicado, mas que é praticamente impossível não ser comentado quando se fala em RPG, as Magias. 

Mas antes de mais nada, um aviso. 

Este artigo é dirigido àqueles que crêem em Cristo e escolheram segui-lo. Não tem caráter crítico e muito menos discriminatório contra o RPG, apenas expõe a posição bíblica a respeito das magias e feitiços.

Se você acha que o que foi dito aqui é pertinente e deseja por em prática, que Deus o abençoe. Se você acha que estou falando um monte de besteiras. Desconsidere, e que Deus o abençoe.

Vamos ao que interessa.
As magias fazem parte da maioria dos cenários de RPG. Mas como cristãos, como lidamos com isso?
Não é novidade para nenhum Cristão que a Bíblia condena as artes mágicas, e que estas estão intimamente ligadas a movimentos da Nova Era. Sendo assim presumo que seja óbvio a todo cristão que deva se manter afastado de todo tipo de magia ou feitiçaria.
Deuterenômio 18:9-13 “Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti. Perfeito serás para com o Senhor teu Deus.”
Atos 19:18-19 “E muitos dos que haviam crido vinham, confessando e revelando os seus feitos. Muitos também dos que tinham praticado artes mágicas ajuntaram os seus livros e os queimaram na presença de todos; e, calculando o valor deles, acharam que montava a cinqüenta mil moedas de prata.”
Xiii!! E agora que havemos de fazer então? 
Como diria um sábio herói: "Calma, Calma, não criemos pânico." 
É fato que muitos RPGs tem magia em seus cenários, mas isso não é motivo para pânico. Ninguém vai para o inferno porque jogou D"&"D, ShadowRun, Old Dragon ou qualquer outro RPG, até mesmo Demônio, A queda. 

Magia ou não magia? Eis a questão.
Como já disse anteriormente, os maiores problemas do RPG para os Cristãos, são a contaminação e a legalidade, isso acontece de diversas maneiras, pelo assunto abordado no jogo, por um ritual (ainda que totalmente fictício) encenado, pelo grau de envolvimento com o assunto, principalmente aqueles relacionados ao ocultismo, ou ainda pelo alinhamento e ações dos personagens dos jogadores. 
O maior perigo está justamente no excesso de realismo. Existem mestres e jogadores que em seus jogos primam por esse realismo, e começam a pesquisar sobre assuntos como, rituais de magia, feitiçaria, vampirismo, demonologia e outros assuntos relacionados ao ocultismo, para aprimorar seus jogos ou personagens. E isto pode levá-lo à se desviar da fé em Cristo além de causar um comprometimento espiritual muito grande. 
Pode ser que para alguns isso não signifique nada, mas para aqueles que creem em Cristo, isto é um foco de contaminação que pode dar legalidade para que Satanás atue em suas vidas. 
Existem vários cenários com magias e as abordagens do assunto são as mais variadas. Alguns tem uma visão e sistema de regras simplista, outros mais elaboradas, alguns têm fortes influências ocultistas em sua concepção, uns utilizam explicações cientificas e outros foram concebidos por pura diversão, sem nenhuma base ocultista, cientifica ou filosófica. Em alguns cenários as regras e descrições da magia são tão elaborados que fica difícil acreditar que não haja nada oculto por trás deles (desses é bom não se aproximar). 
De forma geral, recomendo que sejam evitados alguns cenários, principalmente os do chamado Mundo das Trevas (vou tomar um monte de pedrada por este comentário), que têm uma carga muito pesada de elementos ocultistas, ainda que alguns digam que é tudo falso, criado só para o cenário, a profundidade com que os assuntos são desenvolvidos nestes livros, sugere um embasamento ou conhecimento dos elementos reais. 
Outra forma de ficar tranquilo é evitar jogar com os personagens conhecidos como "conjuradores" o próprio nome já inspira preocupação. Segundo o dicionário, conjurador é: O que conjura; mágico, bruxo: conjurador de demônios.
Se for para jogar com um clérigo, que seja do Deus único e verdadeiro, o personagem em sí não tem poder nenhum, depende de Deus para realizar seus feitos, se afastar-se de Deus perde seus poderes, semelhante ao que aconteceu com Sansão que ao desobedecer a Deus perdeu sua força sobre humana. 
Existe um cenário de fantasia medieval onde a magia é encarada de uma forma muito interessante. Em Narnia (sim sou fã de Crônicas de Narnia e recomendo) nenhum humano tem poderes mágicos, somente Aslam o criador de toda Narnia e feiticeiras (que não são humanas e são sempre más) possuem tais poderes, mas nenhuma outra criatura manifesta tais poderes a menos que o próprio Aslam os conceda de forma temporária. 
Outra forma de lidar com a magia é retirar dela o caráter sobrenatural, dê às magias de sua campanha uma explicação tecnológica ou científica. Certa vez, não me lembro onde, li uma frase de um personagem que dizia ao seu interlocutor "Aquilo que vocês chamam de magia, nós denominamos ciência". 
Ou você pode considerar as magias como dons cedidos por Deus ou por seu inimigo aos seus seguidores (o que de fato está muito próximo da realidade). 
De qualquer forma, como eu já disse em resposta a um comentário: existem coisas muito mais comprometedoras do que a presença ou não de magia no RPG, coisas como o rumo que a campanha ou aventura está tomando, o clima geral do cenário ou o alinhamento dos personagens. 
Mas graças a Deus temos a nosso favor algumas ferramentas que podem nos alertar sobre estes perigos.
A primeira é o Espírito Santo de Deus, costumo dizer aos meus alunos da Escola Bíblica Dominical que o Espírito Santo é aquela "luzinha vermelha" que acende em nossos corações quando estamos muito próximo de fazer algo que desagrada ao nosso Deus. Se você começou a jogar com alguns amigos, mas não está se sentindo confortável durante as sessões de jogo, pode ser o Espírito Santo te incomodando para parar com este jogo, não ignore este sentimento. Muitas vezes este aviso pode vir antes mesmo do início do jogo, quando você é convidado e logo vem aquela sensação de "isto não vai prestar". A segunda ferramenta é a sabedoria. Se a aventura vai contra aquilo que a bíblia nos ensina é bom manter-se afastado. Cá entre nós, todos nós sabemos quando estamos nos envolvendo com algo que não é bom. Selecione com sabedoria os cenários e jogos dos quais você vai participar, assim você evita a chateação de ter que avisar seus colegas do grupo que não vai mais jogar com eles ou ficar com aquela sensação desagradável de que se Jesus voltar não vai gostar do que você está jogando. 
Selecione com sabedoria o grupo com o qual você vai jogar. Nós RPGistas temos muita facilidade de fazer novas amizades, mas estas amizades nem sempre são as melhores para nós. 
Em todo caso vale sempre lembrar o que diz o apostolo Paulo:
Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam. (1 Coríntios 10:23).
Por hoje é só. Que Deus abençoe a todos.

13 comentários:

  1. Ótimo texto, muito refinado e de grande ajuda em certos pontos!

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  2. Alê, pelo que você diz, enquanto o grau de realismo da simulação de magia se mantêm uma mera abstração, então tudo bem, evita-se a contaminação moral e a legalidade para a atuação do mal.

    Mas considero que nem sempre o alerta do Espírito Santo acerca da iminência desse comprometimento moral é páreo para o desejo que o jogador sente pelo que está além do que ele está habituado, e é contra essa força que ele próprio deve decidir se o seu compromisso é com essa fantasia de poder ou com a realidade fora do jogo, que inclui seus hábitos arraigados e sua fé correspondida em quem ele ama.

    Então, para que o jogador evite sucumbir à tentação de realizar rituais simulados e outras condutas em jogo que possam poluir sua índole, é preciso: ou que seus hábitos sãos não sofram interrupções; ou que sua confiança supere o obstáculo que se imponha entre ele e o objeto de sua crença.

    E os hábitos sãos dependem do exercício contínuo para se fortalecerem apesar de todas as interrupções, e a crença depende de ser correspondida de ambos os lados para se comprovar verdadeira por meio de provas de amor incondicional por parte do jogador. A desistência, em qualquer um dos dois casos, evidencia que o amor dele não é verdadeiro e que, portanto, ele próprio está se condenando a sofrer as consequências por este pecado.

    O mal que se comete é sua própria punição, assim como o bem que se faz é a própria recompensa do justo.

    Mas desde que o pecador não perca as esperanças e se arrependa sinceramente de seu erro (de brincar de conjurar, por exemplo), sem demonstrar arrogância, merece ser perdoado por quem pratica bons costumes (os verdadeiros guardiões da moral).

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  3. Para mim RPG é uma coisa completamente fictícia e a magia faz parte da ficção. Um cenário que mistura o cristianismo e magia é GURPS Banestorm. Muito interessante a abordagem que é feita sobre a magia branca e negra (essa é banida).

    Alê, no que falou do Mundo das Trevas, precisa de uma certa maturidade para jogar. Cabe ao bom jogador separar o que é o certo do errado, o que é o real do ficticio.

    De qualquer forma, não recomendo a ninguém jogar algo que fere seus conceito morais e éticos.

    Boa postagem.

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  4. Olá a todos os RPGistas de Cristo.
    Primeiro quero agradecer a Deus por sua vida e por esse trabalho fantástico que voce está a frente. Constantemente sempre venho e dou uma lida nos seus artigos e como um RPGista de Jesus curto muito o seu Blog. Continue nessa sua força e certamente irás prevalecer.
    Quero deixar um pequeno comentário sobre esse assunto, que por sinal é bem polemico. Percebo que todo RPGista ao se identificar com qual quer sistema, DAEMON, D20, Gurps, etc. Simplesmente o que atrai, ou que cria uma motivação é sem duvida os poderes que cada personagem pode proporcionar, sendo de forma arcana ou divina, além disso a liberdade que o RPG traz é muito fantástico.
    Porém, sabemos que o mundo espiritual existe, você acreditando ou não, e também sabemos que o ocultismo é extremamente influenciador sobre qual quer tipo de sistema ou cenário. Entretanto Eu nunca irei falar que "O RPG é coisa do Diabo", isso é uma mentira. Somos feitos imagem e semelhança de Deus por isso nós seres humanos também somos seres CRIADORES, criamos coisas e essas são muitas vezes roubadas de Nós como um ferramenta para o Mal. cito como exemplo a energia atômica, avião, etc.
    Galera!
    Existe um Deus extremamente poderoso, Criador dos céus e da Terra, aquele que por intermédio do Espirito Santo te capacita para toda boa Obra.
    Vou deixas minha dica para a galera que tem esse problema de desvincular as Magias e Poderes Sobrenaturais em suas campanhas de RPG. Três Palavras -
    "PODER DE DEUS"
    Elias, Derrotou 400 Bruxos e Feiticeiros de Baal, ele orou a Deus e o poder veio como uma Coluna de Fogo sobre a água, ele literalmente pois fogo no molhado, além disso ele controlava o tempo dizia quando viria chuva ou não.
    Moises, seu cajado virou em serpente que comeu os cajados-serpentes dos feiticeiros do Faraó, Abriu o Mar vermelho, por ele vieram as 7 pragas do Egito.
    Eliseu (Pra mim o mais Top dos Profetas)- Fez flutuar um machado, cerca de 40 adolescentes zombaram dele e 2 ursas comeram quase todos os que zombaram dele, fulminou (tirou a vida) mais de 100 soldados 50 sodados e depois mais 50. Saia em espirito de seu corpo, além disso sabia todas as táticas de guerra dos adversários e contava para o rei, por eliseu Deus parou o Sol e A Lua, simplesmente parou o tempo.
    Galera, se eu for descrever cada homem de Deus que realizou poderes sobrenaturais eu vou escrever aqui um livro do tamanho da Biblia. Eu digo e afirmo que não existe poder maior que o poder do nosso Deus, por isso seja um canal desses poder na vida real e para o seu personagem (PdJ), pode vir sopro de Dragão, Mão Poderosa de Bigby ou Chuva de Meteoros, o que for, nada será maior que o poder de Jesus. Use esse poder para salvar e abençoar vidas, e com toda certeza esse poder virá sobre você
    Fiquem na Paz de Jesus

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  5. Mandou bem "Mr. Smith". É isso aí, nada se compara ao poder de Deus.
    Seja bem vindo
    E que Deus Abençoe

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  6. ola, sou cristao e jogo rpg a 9anos, eu entendo sua colocaçao enquanto a magia, mas eu acredito que nao ha problema nenhum ultilizar magia de origem sobrenatural ou personagens usuarios de magia em suas campanhas, ate mesmo porque é fantasia diria ate que é um pouco ingenua e inocente o modo de como é ultilizada nas campanhas, agora nao seria bom se a magia citada fosse do ocultismo, assim como voce abordou aquela postagem que falava sobre "demonio: a queda', desde ja quero agradecer sobre essa postagem pois antes eu nao via nenhum problema em jogar demonio, ou ate via e enganava a mim mesmo dizendo que nao tinha problemas, varias vezes o espirito santo me alertava mas eu nao escutava, a vontade de jogar falava mais alto e eu defendia a todo custo. A comparaçao é mais ou menos isso, apesar de ser so um jogo, demonio tem muito relaçao com a realidade pode ter conjuraçao de verdadeiros demonios, no qual a interpretaçao torna se inviavel e contra a nossa fé ao contrario de jogos medievais ou outros que abordam a magia em seus ambientes, que é inocente se comparado e nao tem palavras de invocaçao do oculto, blasfemia ou grandes heresias a cerca de nosso grande Deus, a magia nao é aceita por Deus na realidade, mas na brincadeira, na imaginaçao, desde que nao va contra ou ofenda nosso Deus acredito que nao ha problema.

    Parabens pelo Blog Alê..Deus te abençoe

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  7. Tomem cuidado com este site...

    "Porque virá o tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajuntarão mestres pra si . Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas. Tu, porém, sê prudente em tudo, paciente nos sofrimentos, cumpre a missão de pregador do Evangelho, consagra-te ao teu ministério." (II Timóteo 4,3-5)

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    1. A Paz do Senhor Jesus Cristo irmão,seja bem vindo ao RPG Cristão.
      Mas vamos esclarecer algumas coisas, "Mestre" em RPG é apenas um termo que define que aquela pessoa conhece a história e narra os detalhes para que os outros jogadores possam decidir o que fazer no jogo, este termo pode e é substituído em alguns jogos por "Narrador", "Diretor" ou qualquer outro termo parecido. Ninguém deve reverência maior ou menor ao mestre de jogo e muito menos obediência absoluta. A Propósito a palavra mestre também é aplicada a professores, significa que ninguém deve ir a escola?
      Sou mestre ou narrador de RPG, mas não invoco nenhum poder sobrenatural sobre meus amigos jogadores. Sou crente em Jesus Cristo filho de Deus e só a ele devo adoração.
      E já que você citou a bíblia:

      Não julgueis, para que não sejais julgados.
      Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.
      E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?
      Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?
      Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão. Mateus 7:1-5
      Desculpe-me irmão, mas quem o colocou por juíz sobre os demais.
      No amor de Cristo, Que Deus o abençoe

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  8. Vish que a coisa pega fogo aqui, kkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!

    Irmãos, como é bom na verdade estarmos debatendo sobre isso aqui e sempre com o intuito de destacar a luz de Jesus!

    Concordo PLENAMENTE com o que "Mr. Smith" falou lá em cima. Mas, gostaria também de deixar meu breve comentário sobre tal assunto e também um breve testemunho meu.
    Conheço e jogo D&D a aproximadamente 10 anos(tenho 22 hoje).

    Pouco mais de 1 ano e meio, conheci um rapaz que é fissurado em RPG tipo TERROR(a máscara, a queda,e assim vai como nós sabemos).
    E fiquei pasmo com o domínio que ele tinha, e que aos poucos ia me contando coisas sobre e pelo fato de envolver um conteúdo apocalíptico.
    Ele me emprestou o livro, e acabei aceitando(por que de fato, sou curioso com assuntos que envolvem isso...e quis ver o que "homens" escreviam sobre tal coisa).

    Mas desde o começo, algo me incomodava e sabia que aquilo que estava em minhas mãos NÃO era de Deus.
    Enfim, indo pro fim da estória; não li o livro todo, e durante um BOM TEMPO guardei aquilo em minha gaveta da cômoda.
    Um certo dia, minha mãe foi ao meu quarto(algo que ultimamente tem sido RARO) e SENTIU algo "pesado" ali
    (Lembrando que se quer ela tinha visto o livro, ouvido falar do livro pela minha boca, ou seja, totalmente sem saber).

    O livro estava de certa forma escondido...ela achou, e a julgar pela capa, não pensou duas vezes em queima-lo.
    Disse que nunca viu um livro demorar TANTO a ser queimado, como uma persistência em "continuar", se é que me entendem.
    Até hoje o rapaz não me pediu o livro de volta...não sei se esqueceu, não sei!

    Enfim irmãos. Existe algo em nós que, de certa forma, distingue o que é certo e o que é errado...O Espírito da Verdade, O Espírito Santo!
    Não sejamos hipócritas...muitas vezes sentimos coisas sobre tal, e preferimos desconsiderar, ou seja:
    MATAMOS E OFUSCAMOS A LUZ DO ESPÍRITO DE DEUS QUE HÁ EM NÓS CEDIDO POR ELE, PELA SUA GRAÇA E MISERICÓRDIA(todos os dias por sermos eternos pecadores)!

    Não se tem desculpas, explicações ou qualquer tipo de coisa a não ser:

    AFASTE-SE DAQUILO QUE LHE PERTURBA!
    NÃO SE ENGANE,ISSO MESMO, É O QUE FAZEMOS.

    As coisas de Deus não vem com DÚVIDA ou se quer MEDO/RECEIO.

    Creio que o RPG pode, e deve ser usado como uma FERRAMENTA para resgates de almas...afinal, tudo que o homem cria, é bom, pois somos imagens e semelhança de Deus, e toda e qualquer CAPACIDADE que temos(generalizando mesmo) é uma BENÇÃO de Deus!
    O problema está nas intenções dos corações dos homens que que TUDO distorcem e querem usar de forma errada!

    Poderia falar mais coisas, mas isso já basta creio.
    Que Deus tenha misericórdia de nós, e nos encha do ESPÍRITO SANTO que DISCERNE todas as coisas!

    AMÉM!

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    1. É isso aí Daniel, lembando-se sempre do que Diz o apostolo Paulo: 1 Coríntios 10:23
      Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.
      O essencial é manter os ouvidos atentos à voz do Espirito Santo de Deus, eu costumo dizer que ele é o alarme que nos alerta quando estamos para fazer algo que não agrada a Deus.
      Se algo te incomoda em um jogo, deixe-o de lado, pare, pode ser o Espirito Santo te avisando que há algo errado aí.
      Que Deus abençoe a todos.

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  9. Emerson Silva Santanaquinta-feira, 20 dezembro, 2012

    verdade o que dis no texto aquela sensação de que se Jesus voltar eu não vou com ele mas numa parte acho que certos elementos podem cer sbistituidos como um mago por um alquimista não vai fazer tanta diferença e pode ate deixar mais intereçante, mas tambem tem os casos do rpg ter como classe um bruxo e vc não iscolhelo mas se isto iscandalizar seu irmão então melhor escolher outro jogo
    paz do senhor Jesus seja com vosco!

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  10. Sou cristão. Narro RPG medieval. Usamos o sistema +2d6 do Tio Nitro. Escolhi o sistema justamente por ser neutro em relação a assuntos de de ocultismo e por não ter nada que seja, nem mesmo ao mero olhar superficial, condenável.
    No mundo medieval que jogamos, existe magia sim, mas ela é simplesmente igual a de Dragon Ball, por exemplo. Não está vinculada a nenhuma entidade, como um deus fictício, por exemplo. É apenas um energia que existe no planeta. No final das contas, em jogo, um mago que lança magia o faz como se fosse um super herói: é como se tivesse super poderes como o homem aranha ou o superman. Ele simplesmente, por exemplo, pensa em ficar invisível e fica.
    Penso que se o narrador puder customizar esses aspectos não tem problema. O jogo fica bem parecido com video game. NInguém nunca condenou o Ryu como servo do cão por soltar um Hadouken...e, aposto, ninguém nunca se deu conta que o RYu "SOLTA" magia. Muitos sistemas oferecem essa possibilidade mesmo que afirme o contrário em seus livros básicos. Até D&D. Se você quiser ignorar aqueles deus fictícios lá do Livro do Jogador 3.5, você ignora. Você pode simplesmente dizer que aqueles deuses são criatura poderosas, mas que não criaram nada, nem exigem adoração e pronto. Você pode customizar que tipo de relação o clérigo tem com essas criaturas poderosas: talvez o clérigo seja apenas uma espécie de sócio para com esse ser poderoso, não o adora nem nada. Enfim, a relação de adoração, a qual seria o problema no caso do clérigo, poderia ser mudada ao bel prazer do Narrador. Mesmo que seja difícil elaborar algo que não seja inconveniente ou mesmo pecado contra Deus, você tem a LIBERDADE de mudar tais conceitos e torná-los não ofensivos. Agora, concordo que há cenários onde a magia é totalmente definida. E definida com base no nosso mundo e esses livros, geralmente, seriam um escândalo para um crente que os folheassem logo de primeira. Isso é realmente perigoso. Desses eu fico longe. Concordo com a sua opinião sobre os jogos da Withe Wolf.

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  11. Eu sou cristão. Narro usando o sistema +2d6 do Tio Nitro. Escolhi o sistema +2d6 depois de ponderar sobre vários aspectos pertinente a minha fé. O livro de regras básicas seria escandaloso?O livro de regras básicas teria tão vinculado em suas páginas o ocultismo? As palavras do post são muitos claras e cheias de razão segundo a Palavra. Para acrescentar mais, gostaria de dizer que o narrador, quase sempre, tem a opção de customizar a seu bel prazer esses itens falados aí no post. Por exemplo, a magia seria um energia que poderia ser um aspecto do mundo, como a gravidade e pronto. Nâo está ligada a deuses ou qualquer outras entidade. O magos poderiam lanças suas magia como o Ryu solta um Hadouken, por exemplo. O que, penso, seria quase como ter um super poder. Alguém acha que a magia do Street Fighter é demoníaca? Ha,ha,ha.
    O clérigo poderia ter uma relação que não fosse de adoração e serviço cego pelo chamado "deuses" ficcionais, aliás, o narrador poderia simplesmente dizer que tais seres nem são deuses nem nada. O próprio D&D estipula que as "divindades" não são onipotentes, nem onisciente, nem onipresentes. Até onde posso reparar o narrador tem muita LIBERDADE de mudar tudo que desejar nos jogos em geral. É só ter um bom senso cristão, digamos assim. Agora, penso que existem muitos sistemas, digo, cenários, pois, geralmente é o cenário que dita as regras, cenários de influencia ocultista mesmo. Pesados. O RPGs do chamado Mundo das Trevas não são bons mesmo nesse quesito. Existe também a questão do irmão mais fraco ou de escandalizar. Não dá nem de apresentar um RPG do Mundo das Trevas para um irmãos ou mesmo deixar que ele folhei sem ficar escandalizado. Alguém arrisca? Você levaria seu esses livros para a igreja e mostraria de boa para o outros ali presentes? Por isso, escolher bem o sistema e o cenário é muito importante importantes.

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